Fator de potência abaixo do limite regulatório gera cobrança de energia reativa excedente na fatura — um custo que, na maioria dos casos, pode ser eliminado com um projeto bem dimensionado de correção.
De onde vem o problema
Motores, transformadores em vazio e cargas indutivas em geral consomem energia reativa para manter seus campos magnéticos. Quando essa parcela cresce em relação à energia ativa, o fator de potência cai abaixo de 0,92 e a distribuidora passa a cobrar o excedente.
Harmônicas de inversores e retificadores também distorcem a medição e podem sobrecarregar bancos de capacitores mal dimensionados.
Como corrigir com segurança
A correção parte de uma medição de qualidade de energia para conhecer o perfil real da carga. Com isso, dimensiona-se o banco de capacitores — fixo ou automático — e, quando necessário, filtros para ambientes com alta distorção harmônica.
Instalação, proteção e comissionamento fecham o ciclo, garantindo que o banco opere sem ressonâncias e com vida útil longa.